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Por que fazer música no Guri?

30 de outubro de 2019

Se você ainda tem alguma dúvida se deve ou não se matricular ou matricular alguma criança no Guri Capital e Grande São Paulo, não deixe de ler esse artigo para acabar de vez com a indecisão!

O Guri Capital e Grande São Paulo é muito mais que uma escola de formação musical. As aulas, acompanhadas por debates e discussões, transformam o ambiente do ensino e prática de música em um ambiente de troca de experiências e empoderamento, permitindo uma reflexão aprofundada sobre seu papel na sociedade, como cidadãos e cidadãs conscientes de seus direitos e oportunidades.

Dessa forma, uma importante e inovadora metodologia de intervenção social foi desenhada pelo Guri como parte integrante da formação das alunas e alunos. As atividades pedagógicas e o acompanhamento social caminham lado a lado na cria¬ção de um ambiente favorável para o aprendizado.

Estudantes e familiares são acompanhados por assistentes sociais no dia a dia, e estimulados a participar de atividades coletivas nos polos. Também são realizadas atividades culturais, onde os estudantes são convidados a participar de concertos, exposições e espetáculos, dentre outras ações, resultados de intercâmbios com diversas instituições.

Ao longo do ano são realizadas diversas oficinas socioeducativas, que reúnem alunas e alunos de polos variados com o intuito de promover um intercâmbio e engajamento entre eles, além de promover debates e reflexões sobre assuntos importantes para a formação crítica de cada um.

Criados com a dupla intenção de integrar estudantes de diferentes polos do Guri e de elevar a qualidade do ensino musical do programa, os Grupos Infantis e Juvenis são outra parte fundamental do programa. Eles proporcionam aos estudantes a oportunidade de aprofundar suas capacidades artísticas.

São 10 os Grupos Infantis e Juvenis – sete formações instrumentais e três vocais. Semestralmente, estudantes podem participar dos processos seletivos e, se aprovados, integram uma das formações musicais, realizando apresentações em instituições parceiras como o Museu de Arte de São Paulo (Masp), Fábricas de Cultura, Centros de Educação Unificada (CEU), entre outras.

Assim, o ensino de música vai além da sala de aula, e está intimamente ligado à construção da performance: é em conjunto, sobre o palco, que se forma o músico. E um músico não se forma sozinho, isolado: após uma apresentação, realização do esforço conjunto, é que se colhem os frutos do trabalho individual e coletivo.

#VemProGuri